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    Proteja o computador de prendas indesejadas

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    Proteja o computador de prendas indesejadas

    Mensagem por Admin em Dom 20 Dez 2009 - 2:54

    Época do Natal e Ano Novo é das mais propícias a ataques informáticos, devido ao maior número de internautas e das horas passadas on-line.

    Estamos a viver uma das épocas do ano mais propícias a ataques de programas maliciosos ("malwares") aos computadores pessoais (PC). De acordo com as empresas de segurança informática, o número de infecções registadas no Natal e Ano Novo é normalmente elevado, uma vez que os programadores dos códigos maliciosos ("crackers") aproveitam o facto de os internautas aumentarem a sua actividade on-line para enviarem as Boas Festas ou para realizarem compras via Internet.

    Um dos primeiros ataques informáticos deste ano aproveitando a época do Natal foi o Koobface.GK, um "worm" (ler caixa ao lado) que se aproveita da famosa rede social Facebook para instalar silenciosamente códigos maliciosos. Francisco Leitão, da Panda Security Portugal, explica que este Verme consiste na instalação, no mural do Facebook, de um vídeo de Boas Festas alojado numa página falsa do Youtube. Ao visualizar o vídeo, o Verme é transferido e instalado.

    A novidade desta variante é que, uma vez alojado, o Verme apresenta ao internauta um teste de CAPTCHA (Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart): ameaça reiniciar o computador dentro de três minutos, caso não seja introduzida correctamente a palavra de confirmação dada pelo próprio código malicioso. A partir daí, o Verme cria uma nova página no Facebook, onde o video com o código malicioso é alojado, propagando-se assim.

    Além do Facebook, também o MySpace e o Twitter foram já atacados por este Verme. As redes sociais são actualmente o grande atractivo para os crackers, dada a quantidade de contactos que cada utilizador tem e a facilidade com que trocaram mensagens entre si. É o que se designa do efeito "mouse-a-mouse", a versão on-line do "boca-a-boca".

    Segundo Luis Corrons, director técnico do PandaLabs, citado na página on-line da empresa, os utilizadores "têm uma falsa sensação de segurança relaticamente aos conteúdos publicados nestas redes. Normalmente, confiam nas mensagens e nos conteúdos que recebem e, consequentemente, os hackers obtém uma grande resposta através destes canais".

    Em 1999, eram conhecidos 20.500 códigos maliciosos diferentes. Até Março deste ano, eram já 630 mil. A tendência é para continuar a crescer. De acordo com um estudo da organização norte-amerciana InternetStormCenter, " um PC desprotegido, ligado à Internet, não sobrevive, em média, mais de 20 minutos".

    Os primeiros crackers procuravam notoriedade, pelo que chegavam a anunciar a data em que o ataque iria ocorrer. Hoje, pretendem passar despercebidos. "Os malwares são muito silenciosos. Podem ficar instalados em milhares de computadores durante meses, sem que tenhamos conhecimento da sua existência", afirma Timóteo Menezes, director técnico de Segurança da Symantec Portugal, acrescentando que, "actualmente, em termos de Internet, conhecimento é poder". "Passámos do «hacking-for-fun» para o «hacking-for-profit»", sublinha. Francisco Leitão, por seu turno, lembra que "há um verdadeiro crime organizado" no mundo virtual e, inclusive, "supermercados onde é possível comprar malware".

    As empresas de segurança informática trabalham 24 horas sobre 24 horas para identificarem os vários programas maliciosos e criarem a respectiva vacina - o antivírus. "Temos computadores instalados cujo propósito é serem infectados, para que possamos descobrir o software utilizado e criar a vacina", adianta.

    As previsões apontam para uma cada vez maior sofisticação por parte dos crackers, de modo a que não sejam detectados. Segundo o último "Relatório de Segurança e Ameaças na Internet" da Symantec, "a actividade maliciosa irá cada vez mais atacar as regiões com infra-estruturas emergentes, que podem ainda não ter os recursos para combater o envolvimento crescente de grupos organizados na economia on-line paralela".

    Com o aumento do risco de ameaças polimórficas (aquelas em que cada parte do malware é ligeiramente diferente da sua antecessora) e a explosão de variantes do malware únicas este ano, as empresas têm vindo a concluir que os tradicionais antivírus não são suficientes para proteger os computadores, sendo imperativo analisar o programa malicioso, mas também todos os ficheiros de software.

    Não sendo possível antever que programas maliciosos vão ser criados 2010, a indústria alerta para o facto de o Mundial de Futebol e os Jogos Olímpicos de Inverno serem uma boa altura para o lançamento de ataques. Mais do que nunca, ter apenas um antivírus instalado não é suficiente. Paulo Veríssimo, do Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, diz que "as pessoas ainda estão na infância em termos de segurança informática".

    Manter o software de protecção (antivírus, anti-spyware e firewalls) e o sistema operativo actualizado. Vítor Fonte, professor auxiliar do Departamento de Informática da Universidade do Minho, aconselha a "instalar um programa de salvaguarda («backup») regular e automática dos ficheiros mais importantes para um meio duradouro, como um DVD".

    Ter palavras-passe "fortes" é também uma boa forma de proteger o PC. Preferencialmente, palavras-passe que tenham cinco ou mais caracteres (incluindo letras, algarismos e caracteres especiais, como os sinais de pontuação).

    É também importante "evitar instalar programas ou abrir mensagens ou anexos de correio electrónico de orgem desconhecida ou duvidosa", acrescenta Vítor Fonte, e pesquisar nos motores de busca se alguém já sofreu algum ataque através de determinada página da Internet.

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